Ventos fracos marcam o primeiro dia do International Ubatuba Sailing Festival 2026
A primeira regata do International Ubatuba Sailing Festival 2026 foi, ou está sendo, às 23h50, deste sábado, 18 de abril, um desafio e tanto aos velejadores.
Isso porque o vento extremamente fraco e muito rondado colocou o conhecimento da raia e a paciência das equipes como fatores fundamentais para o desafio de completar os dois percursos do dia.
Enquanto as classes ORC, BRA-RGS A e B estão ainda na regata da volta da Ilha Vitória por boreste, as demais classes realizaram a regata Ilha Anchieta por bombordo.
Após uma largada com ventos fracos, mas que aparentavam até manter certa constância, o que se viu na raia de Ubatuba foi o vento diminuir e permanecer bastante rondado durante todo o dia.
Enquanto a flotilha que se dirigia à Vitória até conseguiu avancçar em uma faixa um pouco mais favorável os veleiros que deram a volta à Ilha Anchieta calculavam suas estratégias. Enquanto parte da flotilha optou por contornar também o Ilhote Sul, algumas equipes arriscaram a tática de passar pelo canal entre este ilhote a a ilha principal.
Mas, ao atingirem a extremidade da Ilha Anchieta, todos encararam novamente um vento bastante fraco, que só melhorou mesmo quando as equipes se aproximavam do través das Ilha das Cabras, já em direção à perna final da chegada, localizada na Ponta Grossa.
Depois de um dia difícil o Multicasco Argos, de Jaime Cupertino, cruzou a linha de chegada em primeiro, às 17h28’48”, tempo que lhe garantiu a vitória no corrigido da classe.
Em segundo, na Multicasco, o Guará 3, de Valdeci Donizete Goncalves, com o Savage, de Wellington Cavalcanti Dourado, na terceira colocação.
Dentre os Clássicos, vitória do Tango, conduzido em solitário pelo comandante Átila Bohn. O Kakalé, de Antré Torrente, foi o segundo, seguido do Gaudério, de Laurcence Colvara.
Na RGS Cruiser A foi o Santé, de Breno Luz, o vencedor. Em segundo, o João das Botas, de André Luiz Ladeira Silva, seguido do Quinto Elemento, de Adoniran Reis.
Nenhum dos barcos da Cruiser B conseguiram completar a prova.
Na RGS C, Lucnan, de Elezier Solidônio, Twister, de André Salazar e Jacaré, de Ricardo Delgado foram os três primeiros.
O único veleiro da classe Mini a completar a regata foi o Xavante, de Sergio Vinicius Cortes.
Regata Ilha de Vitória
Dentre as equipes que realizaram a Regata Ilha de Vitória por BE, o primeiro a cruzar a linha foi o Avohai, de Luiz Henrique Macedo, à 1h35’01”. A equipe de Ilhabela foi a única da BRA RGS A a terminar a regata.
Na BRA RGS B, faltando pouco menos de dois minutos para o tempo limite, o veleiro Tanuki, de Marcelo Alexandre S da Silva, também de Ilhabela, cruzou a linha de chegada, à 1h58’22”.
Finalmente na Classe ORC, o Aventureiro 2, barco do Rio de Janeiro, comandado por Mauro José Silva cruzou a linha de chegada à 1h57’42”.


